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Espinheira-santa, cangorosa

Espinheira-santa, cangorosa

Monteverdia ilicifolia (Mart. ex Reissek) Biral

Planta medicinal

Sinônimos científicos

Maytenus ilicifolia Mart. ex Reissek, Maytenus officinalis Mabb., Monteverdia ilicifolia (Mart. ex Reissek) Biral.

Preparações extemporâneas

2

Chá (Decocção)

Parte usada

Folhas.

Forma de uso

1 a 2 gramas em 150 mL de água. Ferver a droga vegetal junto com água por 5-10 minutos, deixar resfriar.

Modo de uso

Tomar 150 mL do decocto após o almoço e à noite, podendo ser administrado até quatro vezes ao dia.

Indicação

Auxiliar no alívio de sintomas digestivos, incluindo azia e dispepsia.

Precauções

Uso recomendado a maiores de 18 anos. O uso é contraindicado durante a gestação e lactação, por reduzir a produção do leite materno e poder provocar contrações uterinas. O uso contínuo não deve ultrapassar seis meses, podendo ser repetido o tratamento, se necessário, após intervalo de 30 dias. Durante o uso do produto foi relatada xerostomia (boca seca) e disgeusia (alteração do paladar), além de náuseas. Em estudo randomizado, foi observada a ocorrência de poliúria, entre a quarta e quinta semana de uso de extrato aquoso e xerostomia. Pode estar relacionado ao aparecimento de sintomas como: sensação de boca seca, náusea e gastralgia. Plantas ricas em taninos, como a espinheira-santa, quando usadas em doses excessivas, podem causar irritação da mucosa gástrica e intestinal, gerando vômitos, cólicas intestinais e diarreia. Considerando que compostos polifenólicos podem ser precursores de quinonas ou intermediários quinonametídeos que são inativadores das CYP, e que testes ex vivo mostraram que compostos fenólicos podem modular a atividade da glicoproteína-P (P-gP), deve ser evitado o uso por usuários polimedicados. Pode ocorrer interação com esteroides anabolizantes, metotrexato, amiodarona e cetoconazol, por possível dano hepático, e com imunossupressores, por apresentar efeitos antagonistas. Em caso de aparecimento de eventos adversos, suspender o uso do produto e consultar um médico ou farmacêutico.

Armazenamento

Deve ser usado após o preparo.

Formulário de Fitoterápicos. 3ª edição, Farmacopeia Brasileira, 2026. Aprovado pela Resolução da Diretoria Colegiada – RDC nº 1.024, de 14 de maio de 2026 (atualizado em 22/06/2026).

Chá (Infusão)

Parte usada

Folhas.

Forma de uso

3 gramas da droga vegetal em 150 mL de água. Adicionar a água fervente sobre a droga vegetal e deixar em repouso por 10-15 minutos antes de usar.

Modo de uso

Tomar, logo após o preparo, três a quatro vezes ao dia, sendo indicado o uso uma hora antes das principais refeições.

Indicação

Auxiliar no alívio de sintomas digestivos, incluindo azia e dispepsia.

Precauções

Uso recomendado a maiores de 18 anos. O uso é contraindicado durante a gestação e lactação, por reduzir a produção do leite materno e poder provocar contrações uterinas. O uso contínuo não deve ultrapassar seis meses, podendo ser repetido o tratamento, se necessário, após intervalo de 30 dias. Durante o uso do produto foi relatada xerostomia (boca seca) e disgeusia (alteração do paladar), além de náuseas. Em estudo randomizado, foi observada a ocorrência de poliúria, entre a quarta e quinta semana de uso de extrato aquoso e xerostomia. Pode estar relacionado ao aparecimento de sintomas como: sensação de boca seca, náusea e gastralgia. Plantas ricas em taninos, como a espinheira-santa, quando usadas em doses excessivas, podem causar irritação da mucosa gástrica e intestinal, gerando vômitos, cólicas intestinais e diarreia. Considerando que compostos polifenólicos podem ser precursores de quinonas ou intermediários quinonametídeos que são inativadores das CYP, e que testes ex vivo mostraram que compostos fenólicos podem modular a atividade da glicoproteína-P (P-gP), deve ser evitado o uso por usuários polimedicados. Pode ocorrer interação com esteroides anabolizantes, metotrexato, amiodarona e cetoconazol, por possível dano hepático, e com imunossupressores, por apresentar efeitos antagonistas. Em caso de aparecimento de eventos adversos, suspender o uso do produto e consultar um médico ou farmacêutico.

Armazenamento

Deve ser usado após o preparo.

Formulário de Fitoterápicos. 3ª edição, Farmacopeia Brasileira, 2026. Aprovado pela Resolução da Diretoria Colegiada – RDC nº 1.024, de 14 de maio de 2026 (atualizado em 22/06/2026).

Fitoterápicos com esta planta7

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